Na festa de 23 anos de fundação do Movimento de Resistência Islâmica (Hamas), Haniya afirmou que “o Hamas jamais vai reconhecer Israel”, na festa de 23 anos de fundação do movimento fundamentalista palestino.
Este é o blog do jornalista Nelson Franco Jobim, Mestre em Relações Internacionais pela London School of Economics, ex-correspondente do Jornal do Brasil em Londres, ex-editor internacional do Jornal da Globo, do Jornal Nacional e da TV Brasil, ex-professor de jornalismo e de relações internacionais na UniverCidade, no Rio de Janeiro. Todos os comentários, críticas e sugestões são bem-vindos, mas não serão publicadas mensagens discriminatórias, racistas, sexistas ou com ofensas pessoais.
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terça-feira, 14 de dezembro de 2010
Haniya rejeita reconhecimento de Israel
Depois de admitir no mês passado que aceitaria a existência de Israel nas fronteiras anteriores à Guerra dos Seis Dias, em 1967, se um acordo de paz fosse aprovado pelos palestinos em plebiscito, o ex-primeiro-ministro palestino Ismail Haniya recuou.
quinta-feira, 20 de dezembro de 2007
Hamas propõe negociar cessar-fogo
O primeiro-ministro palestino, Ismail Haniya, do Movimento de Resistência Islâmica (Hamas) declarou querer negociar um cessar-fogo com Israel, mas o Estado judaico reagiu com frieza.
Haniya prometeu suspender os ataques de foguetes lançados da Faixa de Gaza em troca do fim dos assassinatos seletivos. Nos últimos dois dias, Israel matou 11 palestinos, entre eles um alto dirigente do grupo terrorista Jihad Islâmica para a Libertação da Palestina.
Israel nega-se a negociar com o Hamas enquanto o maior partido fundamentalista palestino não renunciar à luta armada e não reconhecer o direito à existência de Israel.
O presidente israelense, Shimon Peres, considerou a proposta de Haniya "uma tentativa patética de desviar a atenção internacional dos crimes cometidos pelo Hamas e pela Jihad Islâmica ao atacar civis inocentes".
Peres acrescentou que, "se os militantes pararem de disparar foguetes, Israel imediatamente vai cessar fogo. Então, não há necessidade de negociações".
Haniya prometeu suspender os ataques de foguetes lançados da Faixa de Gaza em troca do fim dos assassinatos seletivos. Nos últimos dois dias, Israel matou 11 palestinos, entre eles um alto dirigente do grupo terrorista Jihad Islâmica para a Libertação da Palestina.
Israel nega-se a negociar com o Hamas enquanto o maior partido fundamentalista palestino não renunciar à luta armada e não reconhecer o direito à existência de Israel.
O presidente israelense, Shimon Peres, considerou a proposta de Haniya "uma tentativa patética de desviar a atenção internacional dos crimes cometidos pelo Hamas e pela Jihad Islâmica ao atacar civis inocentes".
Peres acrescentou que, "se os militantes pararem de disparar foguetes, Israel imediatamente vai cessar fogo. Então, não há necessidade de negociações".
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