A Sérvia endossa as acusações, rejeitadas pelo governo kossovar.
Este é o blog do jornalista Nelson Franco Jobim, Mestre em Relações Internacionais pela London School of Economics, ex-correspondente do Jornal do Brasil em Londres, ex-editor internacional do Jornal da Globo, do Jornal Nacional e da TV Brasil, ex-professor de jornalismo e de relações internacionais na UniverCidade, no Rio de Janeiro. Todos os comentários, críticas e sugestões são bem-vindos, mas não serão publicadas mensagens discriminatórias, racistas, sexistas ou com ofensas pessoais.
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quarta-feira, 15 de dezembro de 2010
Primeiro-ministro do Kossovo é acusado de crimes
Um relatório preliminar do Conselho da Europa acusa o primeiro-ministro do Kossovo, Hashim Thaçi, de chefiar, no fim do anos 90, uma mafia envolvida em espancamentos, assassinatos, tráfico de órgãos e outros crimes. Thaçi liderada o Exército de Libertação do Kossovo.
segunda-feira, 19 de novembro de 2007
Ex-guerrilheiro ganha eleições no Kossovo
O Partido Democrático, liderado por Hachim Thaci, antigo chefe do Exército de Libertação do Kossovo, deve vencer as eleições na ex-província sérvia que luta pela independência. Mas não terá maioria absoluta.
Com dois terços dos votos apurados, seu partido tem 35% votos. Em segundo, vem a moderada Liga Democrática do Kossovo, com 22%.
Thaci, acusado de atos terroristas na luta pela liberdade, fez campanha prometendo declarar independência total da Sérvia, o que o governo de Belgrado não aceita. Os kosovares de origem albanesa são mais de 90% da população da província, administrada pela ONU desde o fim da guerra de 1999, quando a Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN) expulsou as forças sérvias que massacravam a maioria albanesa.
As Nações Unidas deram prazo até 10 de dezembro para que sérvios e albaneses cheguem a um acordo.
Com dois terços dos votos apurados, seu partido tem 35% votos. Em segundo, vem a moderada Liga Democrática do Kossovo, com 22%.
Thaci, acusado de atos terroristas na luta pela liberdade, fez campanha prometendo declarar independência total da Sérvia, o que o governo de Belgrado não aceita. Os kosovares de origem albanesa são mais de 90% da população da província, administrada pela ONU desde o fim da guerra de 1999, quando a Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN) expulsou as forças sérvias que massacravam a maioria albanesa.
As Nações Unidas deram prazo até 10 de dezembro para que sérvios e albaneses cheguem a um acordo.
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