Ao mesmo tempo, o consumidor chinês enfrenta uma inflação de 10% nos preços dos alimentos.
Este é o blog do jornalista Nelson Franco Jobim, Mestre em Relações Internacionais pela London School of Economics, ex-correspondente do Jornal do Brasil em Londres, ex-editor internacional do Jornal da Globo, do Jornal Nacional e da TV Brasil, ex-professor de jornalismo e de relações internacionais na UniverCidade, no Rio de Janeiro. Todos os comentários, críticas e sugestões são bem-vindos, mas não serão publicadas mensagens discriminatórias, racistas, sexistas ou com ofensas pessoais.
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terça-feira, 30 de novembro de 2010
Entrada de capital estrangeiro na China é recorde
A China recebeu um volume quase recorde de capital estrangeiro em outubro, US$ 78 bilhões, quase o dobro do mês anterior. O governo teme o impacto inflacionário da entrada de capital especulativo interessado em se beneficiar das elevadas taxas de crescimento chinesas.
Ao mesmo tempo, o consumidor chinês enfrenta uma inflação de 10% nos preços dos alimentos.
Ao mesmo tempo, o consumidor chinês enfrenta uma inflação de 10% nos preços dos alimentos.
terça-feira, 5 de outubro de 2010
FMI adverte para risco de dívidas públicas
O Fundo Monetário Internacional adverte que as dívidas públicas são a maior ameaça à recuperação mundial.
Também alertou os países em desenvolvimento, como o Brasil, que precisam saber administrar a entrada e a saída de capital estrangeiro.
Com as taxas de juros e de crescimento baixíssimas nos países ricos, o capital busca melhor remuneração nos mercados emergentes, especialmente onde os juros são altos, como no Brasil. Movimentos abruptos de entrada e saída de capital podem desestabilizar economias emergentes.
Também alertou os países em desenvolvimento, como o Brasil, que precisam saber administrar a entrada e a saída de capital estrangeiro.
Com as taxas de juros e de crescimento baixíssimas nos países ricos, o capital busca melhor remuneração nos mercados emergentes, especialmente onde os juros são altos, como no Brasil. Movimentos abruptos de entrada e saída de capital podem desestabilizar economias emergentes.
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