O coronel Salou Djibo foi nomeado como novo líder do Conselho Supremo para a Restauração da Democracia no Níger, nome pomposo que a junta militar que derrubou ontem o ditador Mamadou Tandja se deu.
As fronteiras do país, um dos mais pobres do mundo, foram reabertas hoje. O mundo condena o golpe.
Este é o blog do jornalista Nelson Franco Jobim, Mestre em Relações Internacionais pela London School of Economics, ex-correspondente do Jornal do Brasil em Londres, ex-editor internacional do Jornal da Globo, do Jornal Nacional e da TV Brasil, ex-professor de jornalismo e de relações internacionais na UniverCidade, no Rio de Janeiro. Todos os comentários, críticas e sugestões são bem-vindos, mas não serão publicadas mensagens discriminatórias, racistas, sexistas ou com ofensas pessoais.
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sexta-feira, 19 de fevereiro de 2010
Golpe de estado derruba ditador no Níger
O Níger, um dos países mais pobres do mundo, situado no Oeste da África, fechou suas fronteiras depois de um golpe de Estado contra o presidente Mamadou Tandja, que está preso numa base militar perto da capital, Niamey, junto com seus ministros.
Tandja estava há mais de dez anos no poder. Em agosto do ano passado, querendo se eternizar no poder, dissolveu o parlamento e o supremo tribunal em agosto, isolando o país internacionalmente.
Em pronunciamento por rádio e televisão, o Conselho Supremo de Restauração da Democracia prometeu restaurar a democracia e a boa governança.
Caiu um ditador, mas isso não significa que o Níger, grande produtor de urânio, vá se democratizar.
Tandja estava há mais de dez anos no poder. Em agosto do ano passado, querendo se eternizar no poder, dissolveu o parlamento e o supremo tribunal em agosto, isolando o país internacionalmente.
Em pronunciamento por rádio e televisão, o Conselho Supremo de Restauração da Democracia prometeu restaurar a democracia e a boa governança.
Caiu um ditador, mas isso não significa que o Níger, grande produtor de urânio, vá se democratizar.
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