Sob intensa pressão dos sindicatos e do governo da Alemanha, a General Motors vendeu hoje 55% da Opel ao grupo austríaco-canadense Magna, apoiado pela Rússia.
A GM fica com 35% da empresa e os sindicatos com os outros 10%.
Depois que saiu da concordata nos Estados Unidos, a GM tentou manter a Opel, mas o governo alemão retirou a oferta de financiamento, alegando não ter garantias do sucesso da empresa, se ficasse sob o controle da GM.
Este é o blog do jornalista Nelson Franco Jobim, Mestre em Relações Internacionais pela London School of Economics, ex-correspondente do Jornal do Brasil em Londres, ex-editor internacional do Jornal da Globo, do Jornal Nacional e da TV Brasil, ex-professor de jornalismo e de relações internacionais na UniverCidade, no Rio de Janeiro. Todos os comentários, críticas e sugestões são bem-vindos, mas não serão publicadas mensagens discriminatórias, racistas, sexistas ou com ofensas pessoais.
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quinta-feira, 10 de setembro de 2009
sábado, 30 de maio de 2009
GM e Magna chegam a acordo sobre a Opel
A General Motors da Europa chegou a um acordo na última hora com a fabricante de autopeças canadense Magna para evitar que as subsidiárias europeias da GM entrassem na concordata do grupo, que deve ser anunciada segunda-feira nos Estados Unidos.
O negócio tem o apoio do governo da Alemanha, que vai dar garantias de crédito no valor de 1,5 bilhão de euros, cerca de US$ 2,4 bilhões, para que a Opel e a Vauxhall continuem funcionando até um acerto definitivo.
Ontem, a Fiat desistiu do negócio, depois de intensas negociações no gabinete da primeira-ministra alemã, Angela Merkel, de que participou ainda o Tesouro dos EUA, que controla a GM.
Pelo memorando assinado entre a GM e a Magna, que tem financiamento de um banco estatal russo, as ações da GME serão transferidas para um fundo para serem protegidas da concordata da GM americana.
O negócio tem o apoio do governo da Alemanha, que vai dar garantias de crédito no valor de 1,5 bilhão de euros, cerca de US$ 2,4 bilhões, para que a Opel e a Vauxhall continuem funcionando até um acerto definitivo.
Ontem, a Fiat desistiu do negócio, depois de intensas negociações no gabinete da primeira-ministra alemã, Angela Merkel, de que participou ainda o Tesouro dos EUA, que controla a GM.
Pelo memorando assinado entre a GM e a Magna, que tem financiamento de um banco estatal russo, as ações da GME serão transferidas para um fundo para serem protegidas da concordata da GM americana.
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