Durante um discurso de uma hora no estado da Virgínia Ocidental, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, declarou ter "se apaixonado" pelo ditador da Coreia do Norte, Kim Jong Un, além de reforçar a campanha para que o juiz Brett Kavanaugh, indicado por ele para a Suprema Corte, seja aprovado pelo Senado.
Ao falar do ditador norte-coreano, Trump afirmou: "Nós nos apaixonamos." E explicou: "Ele me escreveu cartas lindas. Eram grandes cartas. E então, nos apaixonamos."
Trump e Kim trocaram ameaças de guerra nuclear no ano passado. No discurso de Ano Novo, Kim mudou da retórica agressiva para a reconciliação, mandou uma delegação à Olimpíada de Inverno na Coreia do Sul, encontrou-se três vezes com o presidente sul-coreano, Moon Jae In, e uma com Trump.
No histórico encontro de cúpula de 12 de junho em 2018, em Cingapura, o primeiro de um presidente dos EUA no exercício do cargo com um ditador da Coreia do Norte, Kim e Trump chegaram a um acerto inicial para desnuclearizar a Península Coreana e chegar a um acordo de paz definitivo na Guerra da Coreia (1950-53).
Desde então, as negociações estagnaram. Por três vezes, o secretário de Estado americano, Mike Pompeo, cobrou do regime comunista de Pyongyang uma relação completa das armas do arsenal nuclear e a apresentação de um cronograma para entregar 60% a 70% das bombas atômicas dentro de seis a nove meses.
A Coreia do Norte resiste a um desarmamento unilateral. Quer um desarmamento gradual e a assinatura de um acordo de paz. Os EUA relutam, temendo que o regime stalinista norte-coreano exija a retirada total das forças americanas da Coreia do Sul, hoje com 28,5 mil soldados.
Este é o blog do jornalista Nelson Franco Jobim, Mestre em Relações Internacionais pela London School of Economics, ex-correspondente do Jornal do Brasil em Londres, ex-editor internacional do Jornal da Globo, do Jornal Nacional e da TV Brasil, ex-professor de jornalismo e de relações internacionais na UniverCidade, no Rio de Janeiro. Todos os comentários, críticas e sugestões são bem-vindos, mas não serão publicadas mensagens discriminatórias, racistas, sexistas ou com ofensas pessoais.
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domingo, 30 de setembro de 2018
sábado, 10 de abril de 2010
Total de mortos em mina dos EUA sobe para 29
Mais quatro corpos foram resgatados de uma mina do estado da Virgínia Ocidental, nos Estados Unidos, onde houve uma explosão há cinco dias.
O total de mortos na mina da empresa Massey Energy subiu para 29, tornando o acidente o pior numa mina de carvão americana desde a morte de 38 mineiros numa mina da empresa Finley Coal em Hyden, no estado do Kentucky.
O total de mortos na mina da empresa Massey Energy subiu para 29, tornando o acidente o pior numa mina de carvão americana desde a morte de 38 mineiros numa mina da empresa Finley Coal em Hyden, no estado do Kentucky.
terça-feira, 6 de abril de 2010
Acidente em mina mata 25 nos EUA
Pelo menos 25 mineiros morreram em acidente em mina de carvão no estado da Virgínia Ocidental, nos Estados Unidos. Quatro estão desaparecidos.
Foi o pior acidente em minas do país desde 1984.
A explosão aconteceu na segunda-feira na mina da empresa Massey Energy, que fica a 48 quilômetros ao sul de Charleston, a capital do estado. Em um mês, a empresa recebeu 50 reclamarações de falta de segurança, principalmente de problemas de ventilação que permitiram a acumulação de metano, um gás mortal.
Grande sondas estão perfurando a uma profundidade de 335 metros para tentar chegar a uma câmera de seis metros onde as autoridades acreditam que os mineiros desaprecidos possam estar.
As perfurações também ajudam a saída de gases represados na mina, que permitiriam a entrada de equipes de resgate.
Foi o pior acidente em minas do país desde 1984.
A explosão aconteceu na segunda-feira na mina da empresa Massey Energy, que fica a 48 quilômetros ao sul de Charleston, a capital do estado. Em um mês, a empresa recebeu 50 reclamarações de falta de segurança, principalmente de problemas de ventilação que permitiram a acumulação de metano, um gás mortal.
Grande sondas estão perfurando a uma profundidade de 335 metros para tentar chegar a uma câmera de seis metros onde as autoridades acreditam que os mineiros desaprecidos possam estar.
As perfurações também ajudam a saída de gases represados na mina, que permitiriam a entrada de equipes de resgate.
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