A Justiça do Egito vai abrir processo contra 19 americanos de organizações não governamentais que faziam trabalho de base pela democratização do país, ensinando entre outras coisas a usar computadores e redes sociais como instrumentos de ação política. O alvo da investigação é o financiamento externo de entidade beneficentes.
Quando americanos foram impedidos de sair do Egito no aeroporto do Cairo, os Estados Unidos ameaçaram suspender a ajuda ao país, estimada em US$ 1,5 bilhão neste ano. Entre eles, estava Sam LaHood, filho do secretário dos Transportes do governo Barack Obama, Ray LaHood, um ex-deputado federal republicano por Illinois.
Sam LaHood era o chefe no Egito do Instituto Republicano Internacional, que promove a democracia no resto do mundo.
Para liberar o dinheiro, o Congresso dos EUA exige que o Departamento de Estado certifique que o Egito está fazendo progressos rumo à democracia, inclusive o respeito aos direitos humanos e a organizações da sociedade civil, informa o jornal The New York Times.
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