Diante do temor da volta da inflação, o Banco Central da Europa e o Banco da Inglaterra decidiram manter suas taxas básicas de juros, respectivamente, em 4% e 5,5% ao ano.
As autoridades monetárias européias resistiram à pressão para cortar juros e assim estimular a economia, abalada pela crise financeira iniciada no setor de crédito hipotecário nos Estados Unidos.
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