sexta-feira, 14 de julho de 2017

Trump vai à Suprema Corte para manter decreto antimuçulmanos

O governo Donald Trump anunciou hoje que vai pedir à Suprema Corte a anulação de uma decisão de um juiz federal da primeira instância do Havaí que ampliou a definição de familiares prevista no decreto para limitar a entrada nos Estados Unidos de refugiados e de cidadãos de países majoritariamente muçulmanos. O juiz incluiu avós, netos, tios, sobrinhos e primos.

Ao aceitar examinar o caso, o que fará a partir de outubro, a Suprema Corte manteve o decreto, mas decidiu que não se aplica a quem tiver visto para entrar nos EUA ou "relações de boa fé" com entidades ou pessoas do país.

O decreto proíbe a entrada nos EUA por 90 dias de cidadãos de seis países de maioria muçulmana - Iêmen, Irã, Líbia, Síria, Somália e Sudão - e de novos pedidos de asilo por 120 dias. O juiz Derrick Watson considerou a definição de família muito restrita por incluir apenas pais e filhos.

Um comentário:

Rachel Starling disse...

Neste decreto ele penaliza até os que são bons e isto não é justo! Faz de todos os muçulmanos do mundo um terrorista! Assim já é loucura demais!